Há nove dias em Portugal, viajo a Lisboa, decidi (v)ir a Lisboa por diversas razões, ver amigos, abrir fronteiras, produzir o IV FICCA, estabelecer relações, potencializar o trabalho, fortalecer o emocional, e ampliar o profissional. Mas, a maioria dos meus contatos – e amigos – estão no Porto, entretanto, não posso me limitar a nenhum lugar, ainda que eu vá de fato estudar na Universidade do Porto, UP. Tenho de estar aberto. Minha vida mais uma vez se transforma, tal qual pássaro a migrar em seu voo solitário, conforme lhe favoreçam as estações, sempre para mais próximo do Sol. Eu-Sou Luz, e tenho o Sol em meu coração. E os anjos me elevam neste voo. O Porto está diferente, mas meus amigos ainda são os mesmos. O Porto já nem dorme, ainda mais neste (final) de verão. Talvez no Outono e no Inverno as pessoas se recolham mais cedo e evitem as ruas, agora abarrotadas de pessoas, em mangas de camisa, a maioria das quais turistas, num ir e vir da diversidade branca...
Narrativas, poéticas, e estéticas de guerrilhas de um Amazônida Parauara Caeteuara em Portugal