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Mostrando postagens com o rótulo OGUM

Reencarnação fecha ciclo triádico de Ana Tinoco e Francisco Weyl

RE - em - carne - À - (n)AÇÃO  (Dedicado à Casa de Mina Vodun Rainha Babasueira de Cabocla Herondina e Rosinha Malandra) REENCARNAÇÃO é a terceira parte da Trilogia EXERCITO.Ogum, que homenageia ao Orixá OGUM, com o referencial das artes populares e de Terreiros, via obras de arte, objetos, instalação, performance, vídeo, e interferências poesóficas. A Trilogia é composta dos seguintes momentos:  CONTEMPLAÇÃO / INCORPORAÇÃO / REENCARNAÇÃO  Com -TEMP (l) O/Ação - Contemplar o Templo da Arte no Tempo da Ação; e:  INCORPORAÇÃO: Em-CORPO (cor/por/compor) / Ação: Des-compor a cor da arte no corpo da Ação Diferentemente das duas partes anteriores, esta última mantém o conceito da palavra original:  RE - em - carne - À - (n)AÇÃO Mais que palavra, o sufixo AÇÃO alinha o ciclo triádico que ora se encerra, e o faz renascer, das cinzas, sintetizadas nas imagens-registro do objeto-vídeo, revestido de um sentido que não tem, razão pela qual esta Trilogia (...

Mar me quer bem-me-quer

Do Mar o som Do vento o sopro Da areia grão Do sol O sol Só Assim tão passarinho Perdido do ninho No caminho Zitinho E tinhoso como cão raivoso A roer seu último osso Insosso e desgostoso Do fundo do fosso Fétido como um poeta Que ninguém leu Mas bebeu Do Mar o peixe fora d’água Do Mar o sal Indomável Cavalo marinho Marinheiro Do Mar o milagre Dos peixes Marinheiro Conheço os infinitos Do profundo oito E a espiral que se desenha Do Mar Do Mar de Ogum 7 Ondas Do Mar de Ogum Beira-Mar Do Mar de Yemanjá Do Mar o rito O canto do rio A fonte A fé Do Mar maré Em que banho Corpo-santo Do Mar canto Quando me abandono Ao porto Morto Do Mar travessia Do Mar margem Do Mar Do Mar tempestade Do Mar naufrágio Do Mar Do Mar estrela Estrela do Mar © Carpinteiro Porto, 24/10/2019

Com -TEMP (l) O/Ação (do EXERCITOgum) - Contemplar o Templo da Arte no Tempo da Ação

Ana Tinoco & Francisco Weyl homenageiam OGUM, em um projeto artístico, com obras de arte, instalação, performance, videoarte, e interferências poesó­ficas . Com -TEMP (l) O/Ação (do EXERCITOgum) Contemplar o Templo da Arte no Tempo da Ação Contemplação evoca passividade, deixar-se estar, a “ver”, sem interceder e/ou in­terferir - ver com os olhos -, numa pureza que remete à serenidade, mas que é re­-significada, por entre as fissuras que se abrem quando separamos/recompomos/justapomos alguns de seus caracteres, dos quais resultam quatro conceitos - em sintonia: COMUNHÃO + TEMPO + TEMPLO + AÇÃO, e que, a partir de um processo espiralar - e rizomático, retornam ao seu repouso inicial, ao ato de contemplar, em si mesmo, no interior da condição humana, e, além de sua plenitude, na circulari­dade de um contato com o espiritual, que consiste no ato de re-criar: Com - TEMP (l) O/Ação EXERCITOgum é uma palavra composta. Unifica o termo EXERCITO (Declina-se Exército,...

Com - TEMP (l) O/Ação - Contemplar o Templo da Arte no Tempo da Ação

Ana Tinoco & Francisco Weyl homenageiam OGUM, em um projeto artístico, pela via de obras de arte, videoarte, instalação, performance, e interferências poesóficas. ENSINA-ME A ANDAR NU, POIS TENHO QUE VESTIR-ME TODOS OS DIAS, PARA SER UMA PESSOA QUE NÃO REFLECTE A MINHA VERDADEIRA NATUREZA. Contemplação evoca passividade, deixar-se estar, a "ver", sem interceder e/ou interferir - ver com os olhos -, numa pureza que remete à serenidade, mas que é re-significada, por entre as fissuras que se abrem quando separamos/recompomos/justapomos alguns de seus caracteres, dos quais resultam quatro conceitos - em sintonia: COMUNHÃO + TEMPO + TEMPLO + AÇÃO, e que, a partir de um processo espiralar - e rizomático, retornam ao seu repouso inicial, ao ato de contemplar, em si mesmo, no interior da condição humana, e, além de sua plenitude, na circularidade de um contato com o espiritual, que consiste no ato de re-criar: Com - TEMP (l) O/Ação Com - TEMP (l) O/Ação (do E...

Carta do Carpinteiro para o Ferreiro dos Orixás

Considere que eu sou um jovem umbandista, apesar de minha idade madura, e apesar de sempre ter tido um pé na Umbanda, pois que meu pai me levava desde miúdo para os rituais que ele assistia, e, apesar de que, eu próprio, depois de adulto, frequentei diversas casas, mas somente há menos de um ano que me integrei de forma orgânica à UMBANDA, onde me batizei, fiz meu Anjo da guarda, a cabeça no Santo. Sou um crente intuitivo que sempre fez suas magias e estudos de forma isolada e audodidata, sempre cumpri com minhas liturgias e obrigações, de acordo com uma intuição própria, a qual seguia, até que me encontrei, e, confesso, isso mudou a minha vida, mas, mesmo assim, continuo uma pessoa holística, dessas que pesquisa como curioso, e aceita diferentes leituras e interpretações, desde que encaminhadas para o desenvolvimento do espírito. Além de Umbandista, fui batizado Cavaleiro de Aruanda na Fraternidade Branca, que é uma espécie de Escola Esotérica, cujos fundamentos iniciáticos reme...